Versão esportiva tem tudo para ser o ponto culminante da fabricante italiana
do InfoMotori/Itália
exclusivo para MotorDream
A Ducati Streetfighter em si já é uma moto extrema. Sua carenagem lembra um falcão e sua imagem é de predadora do asfalto. Agora a Streetfighter Corse promete ser o ponto cumlminante da marca, o ápice da fabricante de Bolonha.
A vasta utilização de elementos de fibra de carbono, tanque pintado em prata e vermelho com uma linha transversal destaca esta esportiva das outras motocicletas da marca.
Assim como aconteceu com a versão esportiva da Multistrada, a torcida é para que a Streetfighter Corse marque presença no Pikes’ Peak International Hill Climbing. O resultado visual agrada, resta a todos esperar para ver a motocicleta na pista.
Ducati Streetfighter Corse: predadora do asfalto
V-Rod Muscle 2010, uma Harley incompreendida
Acréscimo de tecnologia diferencia moto do restante da gama
por Ricardo Silvério, do AutoCosmos/México
exclusivo para MotorDream
A tradição da Harley Davidson de pouco mais de 100 anos vem principalmente de vender produtos que evocam um estilo de vida ligado a uma determinada época refletida na simplicidade mecânica de suas motos que, além de confiáveis, também exaltam a personalidade de seus proprietários.
A gama VRSC (V-Twin Racing Street Curtom) lançada no início dos anos 2000, quebra alguns paradigmas da marca ao apresentar um desenho diferente do comum para a marca e um motor que não por acaso se chama "Revolution", criado sob a supervisão da Porsche e com tecnologias nunca usadas pela Harley, como injeção eletrônica e arrefecimento líquido.
O motor V-Twin possui 1.250cc de deslocamento e produz 145 cv enviados à enorme roda traseira através de uma corrente de transferencia. A V-Rod também conta com uma transmissão de cinco velocidades, suspensão dianteira com garfo invertido e amortecedor traseiro com carga ajustável.
Primeiras impressões
Geralmente as Harley são motos confortáveis para viagens longas, mas o piloto da V-Rod deverá se acostumar com a posição avançada de braços e pernas. É uma moto longa e pesada, 292kg a seco, e a largura da roda traseira não ajuda a melhorar a rodagem, e também amplia qualquer irregularidade no asfalto. Além disso, o tanque de 18,9 litros é pequeno para a sede da moto e torna frequentes as visitas a postos de gasolina.
No entanto a V-Rod atinge os principais objetivos de quem procura uma Harley Davidson. A moto atrai a atenção das pessoas na rua, entrega ao piloto respostas vigorosas aos comandos do acelerador e exige concentração e força para ser domada. A boa estabilidade na estrada vem em função do tanque de gasolina estar localizado na parte inferior do assento, contribuindo para o baixo centro de gravidade da moto.
A baixa autonomia, a dificuldade de manobras na cidade, a falta de uma sexta marcha e até mesmo queimaduras nas pernas devido ao grande escapamento lateral são problemas que deixam de ter importância quando se experimenta o prazer de pilotar uma moto tão diferente de suas irmãs de mecânica mais simples. A V-Rod não é uma máquina fácil de domar, mas uma grande moto quando é possível se adaptar às suas particularidades.
Também não é barata, custando a partir de US$ 17.199 sem opcionais nos Estados Unidos, o equivalente a R$ 30 mil. O ABS acrescenta US$ 845 (R$ 1,4 mil) e o sistema de segurança US$ 370 (R$ 650).
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Mantendo a tradicional base efetiva dessa Sport, os italianos produziram apenas 11 exemplares desta diferenciada máquina. O grande atrativo, além da extrema exclusividade, é a coloração da F4. A motocicleta traz o azul do céu, onde os aviões dão se show, misturada as cores da bandeira italiana. Nada mal? Além dessas mudanças estética, a F4 recebeu itens de fibra de carbono e titânio, tornando a máquina ainda mais única.
Rafael Miotto
Imagens MV Agusta